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Tuesday, November 3

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    Às vezes
    Deus costuma usar a solidão
    para nos ensinar sobre a convivência.
    Às vezes, usa a raiva para que possamos
    compreender o infinito valor da paz
    Outras vezes usa o tédio, quando quer nos mostrar
    a importância da aventura e do abandono.
    Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar
    sobre a responsabilidade do que dizemos.
    Às vezes usa o cansaço, para que possamos
    compreender o valor do despertar.
    Outras vezes usa a doença, quando quer
    nos mostrar a importância da saúde.
    Deus costuma usar o fogo, para nos ensinar
    a andar sobre a água.
    Às vezes, usa a terra, para que possamos
    compreender o valor do ar.
    Outras vezes usa a morte, quando quer
    nos mostrar a importância da vida.
    Fernando Pessoa

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    5:28 am

Tuesday, October 27

  1. page movimento uniformemente variado edited Definição de Movimento Uniformemente Variado Um móvel desenvolve um movimento uniformemente va…

    Definição de Movimento Uniformemente Variado
    Um móvel desenvolve um movimento uniformemente variado, quando sua função horária dos espaços for um polinômio do 2º grau em t.
    Função Horária dos Espaços
    s = so + vo.t + a/2.t2 é a função horária dos espaços para o movimento uniformemente variado.
    Função Horária da Velocidade Escalar
    Equação de Torricelli
    A função matemática que suprime o cálculo do tempo nas análises cinemáticas foi elaborada por Evangelista Torricelli (1608-1647), v2 = vo2 + 2aDs.
    Propriedades do M.U.V.
    P1 - No M.U.V., a função horária dos espaços é do 2º grau em t e é dada por:
    s = so + vo.t + a/2 t2.
    P2 - No M.U.V., a função horária da velo-cidade escalar é do 1° grau em t e é dada por: v = vo + at.
    P3 - A equação de Torricelli traduz a velo-cidade escalar em função dos deslocamentos e é dada por: v2 = vo2 + 2aDs.
    P4 - No M.U.V., a aceleração escalar instantânea é constante e diferente de zero, sendo, portanto, igual à aceleração média.
    P5 - No M.U.V., para intervalos de tempos iguais, o móvel sofre iguais variações em sua velocidade escalar.
    P6 - No M.U.V., a velocidade escalar média pode ser dada através do já conhecido quociente Ds/Dt, ou também, através da média aritmética entre as velocidades escalares final e inicial.
    Diagrama Horário dos Espaços
    Concavidade Voltada Para baixo:
    O 1º trecho simboliza um movimento progressivo e retardado, pois o gráfico tende para um ponto em que a velocidade é nula.
    O 2º trecho representado simboliza um movimento retrógrado e acelerado, pois o gráfico se inicia em um ponto no qual a velocidade é nula.
    Concavidade Voltada Para Cima:
    O 1º trecho simboliza um movimento retrógrado e retardado, pois o gráfico tende para um ponto em que a velocidade é nula.
    O 2º trecho simboliza um movimento progressivo e acelerado, pois o gráfico se inicia em um ponto no qual a velocidade é nula.
    Diagrama Horário da Velocidade Escalar v=f ( t )
    Reta Ascendente ( função crescente )
    O 1º trecho simboliza um movimento retrógrado (v < 0) e retardado, pois o gráfico tende para um ponto em que a velocidade escalar é nula.
    O 2º trecho simboliza um movimento progressivo (v>0) e acelerado, pois o gráfico se inicia em um ponto em que a velocidade escalar é nula.
    Reta Descendente ( função decrescente )
    O 1º trecho simboliza um movimento progressivo (v>0) e retardado, pois o gráfico tende para o ponto em que a velocidade escalar é nula.
    O 2º trecho simboliza um movimento retrógrado (v < 0) e acelerado, pois o gráfico se inicia em um ponto no qual a velocidade escalar é nula.
    Diagrama Horária da Aceleração Escalar a = f(t)
    Você já viu que, no movimento uniforme-mente variado, a aceleração escalar é constante e diferente de zero e a representação gráfica será uma reta paralela ao eixo dos tempos.
    Propriedades Gráficas
    Diagrama Horário da Aceleração Escalar
    Seja um movimento em que, entre os instantes t1 e t2, a aceleração escalar é constante e igual a:
    a = am = Dv / vt => Dv = a.Dt
    portanto,
    A = Dv
    A área limitada pela linha gráfica e o inter-valo de tempo representado no diagrama horário da aceleração escalar é numericamente igual à variação ocorrida com a velocidade escalar no referido intervalo de tempo.
    Diagrama Horário da Velocidade Escalar
    Seja um movimento em que, entre os instantes zero e t, a velocidade escalar variou de v1 a v2 :
    A = Ds
    Movimento Uniformemente Variado: Fundamentos Teóricos
    Iria Müller Guerrini
    Conceito de Movimento Uniformemente Variado
    Figura 2.1 - Movimento de um pára-quedista em queda livre
    {http://educar.sc.usp.br/fisica/images/queda.gif} external image queda.gif
    Você já pensou o que acontece com a velocidade de um pára-quedista quando ele salta sem abrir o pára-quedas?
    Desprezando a resistência do ar, a força que atua sobre o pára-quedista é a força peso. A força peso vai acelerar o pára-quedista de forma que a sua velocidade aumentará de 9,8 m/s em cada segundo (fig. 2.1). O pára-quedista terá uma aceleração de 9,8 m/s2, que é constante para corpos próximos à superfície da Terra e é denominada aceleração da gravidade.
    O movimento do pára-quedista apresenta trajetória retilínea e aceleração constante; este tipo de movimento é denominado Movimento Uniformemente Variado. No Movimento Uniformemente Variado a aceleração é constante em qualquer instante ou intervalo de tempo, tal que :
    amédia = ainstantânea = V/ t
    Este movimento também é acelerado porque o valor absoluto da velocidade do pára-quedista aumenta no decorrer do tempo (0,0 m/s, 9,8 m/s, 19,6 m/s, 29,4 m/s).
    Observação: Quando o pára-quedas é acionado (V = 29,4 m/s), o movimento passa a ser uniforme porque a força peso é equilibrada pela força de resistência do ar.
    Vamos analisar agora o que acontece quando um carro está sendo freado.
    Quando um carro está com uma velocidade de 20 m/s e freia até parar, como varia a sua velocidade?
    {http://educar.sc.usp.br/fisica/images/car.gif} external image car.gif
    Figura 2.2 - Carro freando em movimento uniformemente variado.
    Sua velocidade inicial pode diminuir de 5 m/s em cada segundo. Isto significa que em 1 s a sua velocidade passa de 20,0 m/s para 15,0 m/s; decorrido mais 1 s a velocidade diminui para 10,0 m/s e assim sucessivamente até parar (fig. 2.2).
    Neste caso o movimento é uniformemente variado e é retardado, porque o valor absoluto da velocidade diminui no decorrer do tempo (20,0 m/s, 15,0 m/s, 10,0 m/s, 5,0 m/s, 0,0 m/s).
    A aceleração é constante e igual a = -5 m/s2 (o sinal negativo indica que a velocidade está diminuindo).
    Equação da velocidade/ Equação horária - Movimento uniformemente variado
    equacaoveloEquação da velocidade - MUV
    A aceleração média é definida como sendo:
    a
    V/ t
    (V -V0)/(t - t0)
    Para t0 = 0 unidades de tempo e resolvendo a expressão para V, tem-se que :
    V = V0 + a t
    Equação da velocidade - MUV
    (2.1)
    graficovGráfico V versus t - MUV
    Para a equação da velocidade - MUV, V = V0 + at, sendo uma função do 1o grau, o gráfico é uma reta passando ou não pela origem (fig. 3).
    {http://educar.sc.usp.br/fisica/images/grafvxt.gif} Grafico V x T
    Grafico V x T
    Figura 2.3 - Gráfico V versus t - MUV
    equacaohoraria
    equacaohor
    A variação de espaço pode ser calculada a partir do gráfico V versus t pela área abaixo da reta obtida (fig. 2.3).
    S
    Área do retângulo + Área do triângulo
    V0 t + (t * at)/2= S - S0= V0t +( at2)/2
    Resolvendo para S, tem-se que:
    S = S0 + v0 t + (a t2)/2 Equação horária - MUV
    (2.2)
    graficos
    Gráfico S versus t - MUV
    A equação horária do MUV, S=S0- V0t + ( at2 )/2 é uma função do 2o grau. A representação gráfica desta função é uma parábola (fig. 2.4}.
    {http://educar.sc.usp.br/fisica/images/graf2.gif} external image graf2.gif
    Figura 2.4 - Gráfico espaço (S) versus tempo (t)
    (A) Parábola com concavidade voltada para cima (a > 0)
    (B) Parábola com concavidade voltada para baixo (a < 0)
    Equações do MUV - Queda Livre
    Quando o movimento é de queda livre, como no caso do pára-quedista da fig. 2.1,a aceleração que está caindo é a aceleração da gravidade g, que como já vimos tem o valor aproximado de 9,8 m/s2, próximo à superfície da terra e o espaço S é a altura h. Neste caso as equações do MUV podem ser reescritas como:
    Equação da velocidade – MUV/Queda Livre
    V = V0 + g t
    onde a = g
    (2.3a)
    Equação horária – MUV/Queda Livre
    h = h0 + v0 t + (g t2)/2
    onde S = h e a = g
    (2.3b)
    EXERCICIOS
    01. (FUVEST) Um veículo parte do repouso em movimento retilíneo e acelera com aceleração escalar constante eigual a 2,0 m/s2. Pode-se dizer que sua velocidade escalar e a distância percorrida após 3,0 segundos, valem, respectivamente:
    a) 6,0 m/s e 9,0m;
    b) 6,0m/s e 18m;
    c) 3,0 m/s e 12m;
    d) 12 m/s e 35m;
    e) 2,0 m/s e 12 m
    02.Um móvel parte do repouso com aceleração constante de intensidade igual a 2,0 m/s2 em uma trajetória retilínea. Após 20s, começa a frear uniformemente até parar a 500m do ponto de partida. Em valor absoluto, a aceleração de freada foi:
    a) 8,0 m/s2
    b) 6,0 m/s2
    c) 4,0 m/s2
    d) 2,0 m/s2
    e) 1,6 m/s2
    ps:èvellyn

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    6:08 am

Tuesday, October 20

Monday, October 19

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    4:27 am

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